Foi um empreendimento fantástico. Os Estados Unidos e os seus agentes utilizaram explosivos, incêndios, curto-circuitos, e outros métodos para danificar centrais eléctricas, estaleiros, canais, docas, edifícios públicos, bombas de gasolina, transportes públicos, pontes, etc, fizeram descarrilar comboios de carga, ferindo gravemente trabalhadores; queimaram 12 carruagens de um comboio de carga e destruíram tubagem de ar comprimido de outros; utilizaram ácidos para danificar maquinaria fabril vital; puseram areia na turbina duma fábrica, fazendo-a paralisar; deitaram fogo a uma fábrica de telhas; promoveram greves de zelo em fábricas; mataram 7 000 vacas duma fábrica cooperativa de lacticínios através de envenenamento; acrescentaram sabão ao leite em pó destinado às escolas da Alemanha de Leste; estavam na posse, quando foram presos, duma grande quantidade do veneno cantárida que se destinava à produção de cigarros envenenados para matar importantes alemães de Leste; lançaram bombas de mau cheiro para interromper reuniões políticas; tentaram interromper o Festival Mundial da Juventude em Berlim Leste enviando convites falsificados, promessas falsas de alojamento e pensão grátis, notícias falsas de cancelamento, etc; efectuaram ataques aos participantes com explosivos, bombas incendiárias e equipamento de furar pneus; forjaram e distribuíram grande quantidade de senhas alimentares falsas para provocar a confusão, a escassez e a revolta, enviaram falsos avisos de impostos e outras orientações do governo e documentos para provocar a desorganização e a ineficácia na indústria e nos sindicatos… tudo isto e muito mais.
06/11/09
Por falar em muro...
Foi um empreendimento fantástico. Os Estados Unidos e os seus agentes utilizaram explosivos, incêndios, curto-circuitos, e outros métodos para danificar centrais eléctricas, estaleiros, canais, docas, edifícios públicos, bombas de gasolina, transportes públicos, pontes, etc, fizeram descarrilar comboios de carga, ferindo gravemente trabalhadores; queimaram 12 carruagens de um comboio de carga e destruíram tubagem de ar comprimido de outros; utilizaram ácidos para danificar maquinaria fabril vital; puseram areia na turbina duma fábrica, fazendo-a paralisar; deitaram fogo a uma fábrica de telhas; promoveram greves de zelo em fábricas; mataram 7 000 vacas duma fábrica cooperativa de lacticínios através de envenenamento; acrescentaram sabão ao leite em pó destinado às escolas da Alemanha de Leste; estavam na posse, quando foram presos, duma grande quantidade do veneno cantárida que se destinava à produção de cigarros envenenados para matar importantes alemães de Leste; lançaram bombas de mau cheiro para interromper reuniões políticas; tentaram interromper o Festival Mundial da Juventude em Berlim Leste enviando convites falsificados, promessas falsas de alojamento e pensão grátis, notícias falsas de cancelamento, etc; efectuaram ataques aos participantes com explosivos, bombas incendiárias e equipamento de furar pneus; forjaram e distribuíram grande quantidade de senhas alimentares falsas para provocar a confusão, a escassez e a revolta, enviaram falsos avisos de impostos e outras orientações do governo e documentos para provocar a desorganização e a ineficácia na indústria e nos sindicatos… tudo isto e muito mais.
05/11/09
Um livro de Ilse Losa
04/11/09
ABC de 1901
Cada página é envolvida por uma moldura minuciosamente decorada com temas diversos: a vinha e o vinho, a pesca, as obras, a escola, material de pintura e escultura, as ferramentas de carpinteiro e de ferreiro, os caminhos de ferro, instrumentos musicais, objectos da casa, a iluminação...
03/11/09
Publicidade merecida
Porque esta é uma publicidade merecida, aqui se regista, com adaptações, um texto extraído de unicepe.blogspot.com
A Unicepe, Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto foi constituída em 1963, sem fins lucrativos, conseguindo ao longo do tempo, atingir alguns dos seus objectivos. Outros permanecem, outros surgirão.
Um dos propósitos da sua génese - manter a Unicepe como um LUGAR DE AFECTOS.
Nela podem encontrar-se não só livros, como também discos, revistas e um espaço para exposições.
Se é um dos nossos associados, apareça, porque há novidades que lhe agradarão.
Se ainda não é um dos nossos associados, associe-se - são inúmeras as vantagens, venha conhecê-las.
Todas as quartas Quartas-feiras de cada mês, das 21h30 às 23h, lembraremos um dos nossos sempre tão esquecidos poetas, com acompanhamento musical de um dos associados da Cooperativa e a participação de todos os interessados.
Novembro, dia 25 - Bocage - Fernando Ribeiro
Iremos à Lua
e mesmo mais longe
Lá onde a distância cega os telescópios
Mas quando é que sobre esta nossa terra
Ninguém mais terá fome?
Ninguém temerá um outro?
Ninguém humilhará ninguém?
Ninguém roubará a esperança de ninguém?
Se sou comunista
É porque respondi a esta pergunta.
Poema «IREMOS À LUA», de Nazim Hikmet
30/10/09
TU ÉS...
28/10/09
GRAÇAS COM DEUS...
Ao fim de três meses, este blog atingiu, finalmente, os 1000 visitantes.
21/10/09
Se a ideia pega?
18/10/09
16/10/09
PCP PROPÕE
PCP PROPÕE
09/10/09
9 de Outubro de 2009, 20h
Último dia da terceira campanha eleitoral de 2009.
A campanha da CDU passou, também, pela Cooperativa Realidade, em S. Mamede de Infesta, levando «a cada canto, a cada lar» a sua mensagem, «com toda a confiança».
04/10/09
Democracia (?) - hipocrisia
03/10/09
22/09/09
Luis Landero
21/09/09
OUTONO
18/09/09
Uma imprescindível surpresa
Uma manhã como qualquer outra. A de hoje...
Já depois de ter tirado o carro da garagem, volto a casa e pego no CD que vinha com um livro comprado na Festa e ainda não lido.
Tinha decidido ouvi-lo só depois de ler o livro, mas mudei de ideias...
Introduzo o CD.
Inicio a viagem e, na voz de Fernanda Lapa, vão brotando palavras luminosas e precisas, imagens vivas da memória colectiva, serenidade de saber o que se quer, humaníssimas palavras, poesia verdadeira em estado puro.
Perigoso conduzir de olhos molhados...
Estaciono para ouvir com atenção.
Imprescidível partilhar esta surpresa.
"Gracias a la vida, que ha dado" a Filipe Chinita o saber de escrever «gente povo todo o dia»
17/09/09
Lobos com pele de cordeiro
Em tempos de campanha eleitoral, há sempre lobos que vestem pele de cordeiro.
Vai a propósito o poema de RAFAEL ALBERTI, com um abraço especial para o amigo da Cantábria.
Hubo una vez un lobo
que se puso
una piel de cordero.
Se la puso tan bien que llegó a ser
casi casi un cordero.
Y, sin embargo,
nunca tuvo la gente más miedo a aquel cordero.
(Rafael Alberti, in Versos sueltos de cada dia)
13/09/09
Primavera com una esquina rota
Outros o fazem para atestar o depósito do carro…
Alguns destes autores escrevem em Castelhano, enquanto outros escrevem em Galego e em Basco, mas são traduzidos para castelhano. Aliás, em certos casos, são os escritores que assinam a tradução das suas próprias obras.
Destaco, entre muitos outros romancistas que merceriam mais atenção da parte dos editores portugueses, Josefina Aldecoa, Max Aube (de quem só conheço traduzido «Crimes Exemplares»), Miguel Delibes (em Portugal, julgo que apenas existem «Os santos inocentes» e «O Herege»), o galego Manuel Rivas (acho que só tem em Português «O Lápis do Carpinteiro»), o basco Bernardo Atxaga, o peruano José Maria Arguedas, o uruguaio Mario Benedetti…
Na poesia, recordo Gabriel Celaya, Jaime Gil de Biedma, José Joaquim Goytisolo e, sempre, Mario Benedetti.
Numa recente deslocação a Santiago de Compostela, trouxemos – eu e a família – mais uma “fornada” de livros com preço médio inferior a dez euros.Destaco e recomendo, em especial, «Primavera con una esquina rota», do escritor que mais tem sido referido neste blog.
Através de diversos registos, o sofrimento provocado pela ditadura é exposto sob os diferentes pontos de vista dos exilados, dos presos, dos seus pais e dos seus filhos, crianças condenadas também ao exílio e à privação do convívio com os pais, presos por razões que mal compreendem.
«Cuando suplician a un hombre, lo maten o no, martirizan también (aunque no los encierren, aunque los dejen desamparados y atónitos en su casa violada) a su mujer, sus padres, sus hijos, su vida de relación. (…) Reorganizarse en el exilio no es, como tantas veces se dice, empezar a contar dede cero, sino desde menos cuatro o menos veinte o menos cien.»



















E há muitas mais 























