30/10/09

TU ÉS...


Palavras de Francisco Van Zeller, mais conhecido como o patrão dos patrões, a propósito de concursos públicos: aqui

"É necessário que haja uma forma de beneficiar as empresas portuguesas e que os próprios projectos sejam escolhidos em função da capacidade das empresas portuguesas" (...) "logo no concurso, haja uma maneira que as empresas nacionais sejam beneficiadas".

Onde ficam a fidelidade à Europa, os valores do mercado, a conversa da livre iniciativa e a constante ladainha de "menos estado melhor estado"?
Mas há mais:

"Não podemos é estar a olhar para essa brincadeira de sermos uns limpinhos que cumprimos todas as regras. Isso acabou"(...) "E se tivermos de fazer batota para safarmos a nossa economia, pois que façamos batota".

Ora cá temos mais um sujinho e batoteiro.
Este confessa e, nisso, temos de lhe reconhecer alguma originalidade.

28/10/09

GRAÇAS COM DEUS...

Ao fim de três meses, este blog atingiu, finalmente, os 1000 visitantes.

É pouco... Muito pouco...
Num esforço para chamar a atenção, decidi incluir aqui uma picardia religiosa; algo que possa ser acusado de atentado aos valores inquestionáveis da nossa bendita civilização lusa.
Pensei transcrever um excerto de Saramago, uma passagem de Roger Martin du Gard, um texto de Luiz Pacheco, ou um poema de Guerra Junqueiro («O dinheiro de S.Pedro», por exemplo).
Considerei a hipótese de prestar homenagem a hereges como Giordano Bruno ou Galileu Galilei.
Decidi-me por esta imagem, que recebeu uma menção honrosa no Porto Cartoon 2007.

21/10/09

Se a ideia pega?

Publicado no Avante!, n.º 304, VI série, 1.ª quinzena de 1961Se calhar eu não devia publicar isto...
Será que o novo governo vai fazer uso desta ideia?
Talvez não precisem de aprender aqui...
Ao fim e ao cabo, já têm esta escola toda...

Para ouvir - aqui

18/10/09

Hoje descobri este sítio e recomendo-o.

16/10/09

Chicken a la Carte

PCP PROPÕE

PCP apresenta projecto de lei para rever o Estatuto da Carreira Docente
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português, no seguimento dos compromissos eleitorais e políticos já assumidos, entregou hoje na Assembleia da República um Projecto de Lei que determina a Revisão do Estatuto da Carreira Docente através de processo negocial para garantir a eliminação da divisão hierárquica da carreira e substituir o actual regime de avaliação de desempenho.
A iniciativa do PCP determina também a suspensão imediata do processo de avaliação, bem como a nulidade dos efeitos já produzidos por atribuição de classificações.
Juntamente com este Projecto de Lei e tendo em conta os prazos envolvidos, o PCP apresentou também um requerimento de Apreciação Parlamentar do Decreto de Lei n.º 270/2009 que altera o Estatuto da Carreira Docente.
Junto enviamos cópia das iniciativas hoje apresentadas.
Com os melhores cumprimentos,
Pedro Ramos
Chefe de Gabinete do GP PCP
Lisboa, 15 de Outubro de 2009
(sublinhados meus)

PCP PROPÕE

PCP PROPÕE ALTERAÇÂO IMEDIATA DOS ASPECTOS MAIS GRAVOSOS DO CÓDIGO DE TRABALHO, GARANTIA DO DIREITO À REFORMA AO FIM DE 40 ANOS E ALARGAMENTO DOS CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO D SUBSÍDIO DE DESEMPREGO
Na sequência de mais de três décadas de política de direita, a última Legislatura foi marcada por um ataque violento do PS contra os direitos dos trabalhadores e simultaneamente por uma fortíssima resposta popular à política de direita praticada pelo Governo. De facto, realizaram-se acções de luta dos trabalhadores de enorme dimensão e combatividade, que, a par do protesto contra a política do Governo de muitos outros sectores e camadas da população, contribuíram de forma incontornável para a derrota do Governo PS e para a perda da sua maioria absoluta.
Na nova Legislatura que agora se inicia, essa expressão de descontentamento exige uma alteração de políticas, sobretudo nos aspectos legislativos mais graves. A perda da maioria absoluta pelo PS traduz uma vontade de mudança que deve ter correspondência na correcção das erradas políticas da legislatura anterior.
Por estes motivos, o PCP apresentou hoje a 15 de Outubro, 7 projectos de lei que visam corrigir, com urgência, vários aspectos negativos da legislação aprovada pela anterior maioria PS e que tiveram profundas consequências no agravar das condições de vida dos portugueses. O PCP exige, pois, a alteração imediata dos aspectos mais gravosos do Código do Trabalho PS – reposição do princípio do tratamento mais favorável do trabalhador, a eliminação dos mecanismos de caducidade das convenções colectivas, a eliminação dos mecanismos de alargamento do horário de trabalho e a redução das possibilidades de contratação a termo, combatendo a precariedade. O PCP propõe ainda, no âmbito da Segurança Social, a valorização das longas carreiras contributivas, garantindo o direito à reforma sem penalizações ao fim de 40 anos de trabalho e contribuições, a alteração da fórmula de actualização das pensões garantindo a sua valorização anual e desindexando-a dos valores do PIB (o que, já em 2010 vai implicar a perda substancial do poder de compra dos reformados caso a lei não seja de imediato alterada). O PCP apresentou ainda, novamente, após a rejeição por 7 vezes na anterior Legislatura, a alteração imediata e urgente do regime do subsídio de desemprego, propondo, entre outras questões, o alargamento do período de atribuição, a redução dos prazos de garantia, a majoração do subsídio no caso de desemprego de mais de um membro do agregado familiar, a majoração do abono de família em caso de desemprego, a revogação da necessidade de apresentação quinzenal dos desempregados e a indexação das prestações ao salário mínimo nacional, uma vez que são prestações substitutivas dos rendimentos de trabalho.
Porque é possível uma vida melhor e nesta nova Legislatura importa avançar urgentemente no reforço dos direitos sociais e na defesa dos direitos de quem menos pode e menos tem, o PCP dá, desde já o seu contributo, em prol das populações, gravemente afectadas pelas últimas décadas de políticas de direita.
Com os melhores cumprimentos,
Pedro Ramos
Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP
(Sublinhados meus)

09/10/09

9 de Outubro de 2009, 20h

Último dia da terceira campanha eleitoral de 2009.
A campanha da CDU passou, também, pela Cooperativa Realidade, em S. Mamede de Infesta, levando «a cada canto, a cada lar» a sua mensagem, «com toda a confiança».

O melhor local para concluir este longo processo de informação e esclarecimento foi aqui, à porta de casa .
(A fotografia é fraca, mas a luta é boa, porque é a que faz falta.)

04/10/09

Democracia (?) - hipocrisia

À meia noite, ouvi fogo de artifício.
Deve ter sido o fim de mais uma das muitas festas da campanha eleitoral de Narciso Miranda.
Sem máquina partidária por trás, é, de certeza, o candidato que, aqui no concelho Matosinhos, ostenta mais despesas, carros de som, sedes de campanha, festas, camisolas, cartazes, ofertas de tudo e mais alguma coisa...
De onde lhe vem o suporte financeiro?
Que ideologia move estes apoiantes?
Falemos claro: Que retorno esperam deste investimento?
Enquanto vou afiando os dedos para catar as letrinhas no "magalhães" com que escrevo, recordo a repetição batoteira do referendo na Irlanda.
Recordo as lágrimas de crocodilo das televisões face aos "alegados atropelos democráticos" na Venezuela.
Recordo a bênção papal ao "fim do comunismo".
Recordo as sevícias de Guantánamo e os que esperam no corredor da morte.
Recordo o silêncio pesado dos governos, das televisões e das igrejas perante o golpe fascista nas Honduras e a persistente resistência popular.


22/09/09

CLARO QUE ESTAMOS ALI

E há muitas mais aqui

Luis Landero

Num comentário a um artigo recente neste blog, o meu amigo da Cantábria deu-me a conhecer Luis Landero.
De facto, não conhecia este nome, mas já investiguei.
Estão editados em Portugal «O Guitarrista» (D. Quixote) e «Jogos da idade tardia» (Texto Editora).
O segundo tem tradução de Egito Gonçalves e a edição já é de 1992.
Sobre este livro, Urbano Tavares Rodrigues escreveu na recensão: "afigura-se-me um dos melhores romances europeus das últimas décadas".
Apetece-me recomendá-lo ainda antes de ler.
Pelo menos, recomendo-o a mim próprio.

21/09/09

OUTONO

Mais quatro excertos de «versos soltos de cada dia», do poeta Rafael Alberti

As pinturas são, também, do pintor Rafael Alberti.

Inquieto y angustiado voy a poner el pie

dentro del primer día de otoño.


Lucha el otoño por entrar, inicia,
dulce y maravilloso, sus primeros
tenues y delicados amarillos.

Las hojas más pequeñas, diminutas,
jugaban con el viento.
Las vi, arremolinadas,
huir ante mí. Eran
las primeras hojillas del otoño.
Día de lluvia y poca luz. Otoño.
Tal vez, para ser nuevo,
se esté mojando casi
demasiado.

18/09/09

Uma imprescindível surpresa

Manhã.
Uma manhã como qualquer outra. A de hoje...
Já depois de ter tirado o carro da garagem, volto a casa e pego no CD que vinha com um livro comprado na Festa e ainda não lido.
Tinha decidido ouvi-lo só depois de ler o livro, mas mudei de ideias...
Introduzo o CD.
Inicio a viagem e, na voz de Fernanda Lapa, vão brotando palavras luminosas e precisas, imagens vivas da memória colectiva, serenidade de saber o que se quer, humaníssimas palavras, poesia verdadeira em estado puro.
Perigoso conduzir de olhos molhados...
Estaciono para ouvir com atenção.
Imprescidível partilhar esta surpresa.
"Gracias a la vida, que ha dado" a Filipe Chinita o saber de escrever «gente povo todo o dia»

17/09/09

Lobos com pele de cordeiro

Em tempos de campanha eleitoral, há sempre lobos que vestem pele de cordeiro.
Vai a propósito o poema de RAFAEL ALBERTI, com um abraço especial para o amigo da Cantábria.

Hubo una vez un lobo
que se puso
una piel de cordero.
Se la puso tan bien que llegó a ser
casi casi un cordero.
Y, sin embargo,
nunca tuvo la gente más miedo a aquel cordero.

(Rafael Alberti, in Versos sueltos de cada dia)

13/09/09

Primavera com una esquina rota

É incrível a quase inexistência de edições portuguesas de muitos autores notáveis que podemos encontrar, com a maior facilidade, em qualquer livraria do outro lado da fronteira. Edições de bolso de bons autores a preços acessíveis quase justificam, só por si, visitas às localidades espanholas mais próximas.
Outros o fazem para atestar o depósito do carro…
Alguns destes autores escrevem em Castelhano, enquanto outros escrevem em Galego e em Basco, mas são traduzidos para castelhano. Aliás, em certos casos, são os escritores que assinam a tradução das suas próprias obras.
Destaco, entre muitos outros romancistas que merceriam mais atenção da parte dos editores portugueses, Josefina Aldecoa, Max Aube (de quem só conheço traduzido «Crimes Exemplares»), Miguel Delibes (em Portugal, julgo que apenas existem «Os santos inocentes» e «O Herege»), o galego Manuel Rivas (acho que só tem em Português «O Lápis do Carpinteiro»), o basco Bernardo Atxaga, o peruano José Maria Arguedas, o uruguaio Mario Benedetti
Na poesia, recordo Gabriel Celaya, Jaime Gil de Biedma, José Joaquim Goytisolo e, sempre, Mario Benedetti.
Numa recente deslocação a Santiago de Compostela, trouxemos – eu e a família – mais uma “fornada” de livros com preço médio inferior a dez euros.Destaco e recomendo, em especial, «Primavera con una esquina rota», do escritor que mais tem sido referido neste blog.
Trata-se dum testemunho, multifacetado e profundamente humano, da experiência de exílio sofrida pelo autor, nos doze anos que se seguiram ao golpe militar de 1973.
Recordemos Honduras em 2009...
Através de diversos registos, o sofrimento provocado pela ditadura é exposto sob os diferentes pontos de vista dos exilados, dos presos, dos seus pais e dos seus filhos, crianças condenadas também ao exílio e à privação do convívio com os pais, presos por razões que mal compreendem.
«Cuando suplician a un hombre, lo maten o no, martirizan también (aunque no los encierren, aunque los dejen desamparados y atónitos en su casa violada) a su mujer, sus padres, sus hijos, su vida de relación. (…) Reorganizarse en el exilio no es, como tantas veces se dice, empezar a contar dede cero, sino desde menos cuatro o menos veinte o menos cien.»
(página 93).
NOTA: A edição brasileira chama-se «Primavera num espelho partido»

07/09/09

DESAFIO AOS SEGUIDORES

Em que lugar do mundo poderia estar a pessoa que me enviou a seguinte
mensagem de telemóvel?
«Fico à vossa espera em Timor, perto da Palestina.»

MÃOS NA FESTA








03/09/09

GRANDE GALA DE ÓPERA
4 de Setembro
Festa do «Avante!» 2009
Programa
• Gioachinno Rossini. Il Barbiere di Siviglia - Abertura. Orquestra
• Vicenzo Bellini. Norma - Ária «Casta Diva». Orquestra, coro, Ana Paula Russo (soprano)
• Giuseppe Verdi. Rigoletto - Ária «La donna e mobile». Orquestra, Giovanni Manfrin(tenor)
• Giuseppe Verdi. Nabucco - Coro «Va pensiero». Orquestra e coro
• Georges Bizet. Cármen - Ária «L’amour est un oiseau rebelled» (Habanera). Orquestra, coro, Larissa Savchenko (mezzosoprano)
• Wolfgang Amadeus Mozart. Le Nozze de Fígaro - Ária «Non piú andrai farfallone amoroso». Orquestra, Pedro Correia (barítono)
• Giuseppe Verdi. Il Trovatore - Coro «Vedi! Le fosche notturne». Orquestra e coro
• Giacomo Puccini. Madame Buterfly - Ária «Vogliatimi bene». Piano, Luiza Dedisin (soprano) e Luís Gomes (tenor)
• Georges Bizet. Cármen - Ária «Votre toast (Toreador). Orquestra, Pedro Correia (barítono), Larissa Savchenko (mezzosoprano), Ana Paula Russo (soprano)
• Gioachinno Rossini. Il Barbiere di Siviglia - Ária «Una voce poco fa». Orquestra, Larissa Savchenko (mezzosoprano)
• George Gershwin. Porgy and Bess - Ária «I got plenty o’ nuttin’». Orquestra, Pedro Correia (barítono)
• Giuseppe Verdi. Aída - Coro «Gloria all Egitto». Orquestra e coro
• George Gershwin. Porgy and Bess - Ária «Summertime». Orquestra, Ana Paula Russo (soprano)
• Giacomo Puccini. La Óveme - Ária «O soave fanciulla». Orquestra, Ana Paula Russo (soprano)
• Ruggiere Leoncavallo. I Pagliacci - Ária «Vesti la giubba». Orquestra, Giovanni Manfrin (tenor)
• Wolfgang Amadeus Mozart. Le Nozze de Fígaro - Abertura. Orquestra
• Giacomo Puccini. Turandot - Ária «Nessum dorma». Orquestra, coro, Giovanni Manfrin (tenor)
• Giacomo Puccini. Turandot - Ária «Diecimila anni al nostro Imperatore!Orquestra, coro, Larissa Savchenko (mezzosoprano)
• Giuseppe Verdi. La Traviata - Libiamo, n’ lieti calici (Brindisdi).

WILLIE NILE

Sábado à noite, depois do Vitorino e antes dos Clã.
Na Festa do «Avante!»... claro!

SKA-P

Este grupo vai estar na Festa do «Avante!».
Eu também!
O espectáculo é no domingo, a seguir ao comício.

02/09/09

PÓRTICO OCIDENTAL DE BRAVÃES

O portal ocidental da Igreja do Mosteiro de Bravães (Ponte da Barca) é, segundo Carlos Alberto Ferreira de Almeida, "o mais decorado portal românico em Portugal" e "um dos melhores exemplos onde se simboliza um portal de igreja como «Porta do Céu»".
Na espessura da parede insere-se um programa iconográfico típico, desenvolvido na forma de retábulo com cinco arquivoltas e quatro pares de colunas.

No tímpano, é apresentada a figuração de Cristo na Glória, inserido numa auréola em forma de amêndoa, assistido por dois anjos.

Ao longo das arquivoltas exteriores, dispõem-se figuras humanas enfileiradas que são interpretadas de diversas formas. Enquanto na opinião de Ferreira de Almeida representam os apóstolos, na interpretação de Manuel de Aguiar Barreiros, são alusões à universalidade da redenção do homem.

As arquivoltas interiores são decoradas com motivos geométricos.


Verticalmente, há quatro colunas de cada lado, ornamentadas com temas diversos e capitéis ricamente trabalhados.


As segundas assumem-se como estátuas colunas representando uma Anunciação.
Do lado direito, o arcanjo S. Gabriel é figurado com barba e com as palmas das mãos voltadas para fora, numa atitude de veneração associada ao momento de pronunciar «Ave gratia plena».
Do lado esquerdo, a Virgem com a mão direita no peito e a esquerda pousada sobre o ventre, é o primeiro exemplo português de representação da Senhora do O.


Bibliografia:
ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de, História da Arte em Portugal III – o Românico, Lisboa, 1986.
BARREIROS, Padre Manuel de Aguiar, Egrejas e Capelas Românicas da Ribeira Lima, Porto, 1926.
www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=69876

DESABAFO SOBRE ÉVORA E O PATRIMÓNIO

Évora já foi uma cidade apaixonante.

Évora já foi uma cidade que mereceu o título de Património Mundial.
Évora já teve uma gestão municipal que sabia valorizar o património.
A visita que fiz este ano, deixou-me alguma desilusão.
Abunda a sujidade, prolifera o caos no exterior da muralha, e, sobretudo, verifiquei duas situações que me chocaram pelo que revelam de desrespeito pelo património e pelos visitantes:

1.ª Paga-se bilhete para entrar na catedral.
Não se trata de entrada num museu, ou cripta ou claustro, mas sim no templo propriamente dito.

2.ª O interior da igreja da Graça não pode ser visitado. Segundo me informaram, só abre para a missa dominical.

Antes de terminar o ano de 2009, Évora pode retomar o rumo que fazia dela uma cidade apaixonante.
Entretanto, numa aldeia do Minho - Bravães, Ponte da Barca - há uma igreja que, não podendo disponibilizar quem acompanhe os visitantes, tem este simpático aviso na porta:

Cá fica o exemplo.